hoje…..
escrevo para quem me entende!
felizmente “deus” fez-me um Homem, que humildemente coexiste,
numa colónia de almas obreiras da esperança…
Onde se fode [sim!.. escrevi fode], e em perfusão se ama
mas o amor perdura, para além dos transcendestes prazeres da carne. Filho de deus ou do diabo não sei, mas agrada-me a ideia de não ser órfão de ambos.
hoje
entre silêncios, silenciei-me para ti assim.
Onde estiveres…
sejas quem fores!
possas ser quem tu és!….
dá-me; a alma a certeza!
que és a que; eu sinto e que me sente! …
no tic –tac de um relógio,
o tempo passa…
os ponteiros impreterivelmente se unirão, num laço eterno
onde todas as horas passarão por nós, em jubilado cântico…
Elevando a força da esperança…
Como mãe de todas a realizações…
…..depois…
desceu o silencio!….
névoa cinzenta que me deixou na incerteza,
se devo de acreditar….
nesta minha certeza!?….
se esta felicidade, de me sentir “acima” ?…
me deixa perdido num mundo de ninguém!?…
...fui morrendo lentamente a dizer que te amo
na esperança que o eco me dissesse o mesmo; no tom da tua voz…
porque a esperança, é mãe
de todas as realizações…
…entre silêncios !