sorve [me]…




…até á ultima gota

[penosa]mente




Rolaram letras num papel,
que tentei amarfanhar.

Utilizam minha pena,
Em deleites de luxúria
E revides de malquerer.
Confusa ordem em segredo
Que usurpa meus ouvidos!...
Por vezes… serena,
Onde o cosmos é nosso embalo.
Outras tantas me rasga a alma,
Em letras de mal dizer.
Grito e digo que não quero!
Mas assim!... o deve ser!
- Ironiza o segredo.
Se me queres?! Tens de o fazer!
Eu sem ele não sei viver!...
E na desdita não quero escrever!
Quebro a alma em mil pedaços!..
Mas,diz-me!.. Em que pena te posso ter?
ano 2009

da….




...nascente até à foz
és o meu estuário do desejo
[...e é sempre a primeira vez
em cada regresso a casa...]
Carlos Tê

pelo….




…sim!…pelo não!?…
pêlo sim!

aromas de [jaz]mim





a paz que me estremece o corpo
solta-se no eco dos teus pensamentos
nas horas que choras em desdita
E a brisa que o vento traz no regresso
envolve-me em aromas de jasmim plantado,
no teu jardim cheio de nada
perdido, regresso só.
mas cheio de mim...
ano 2011

dois…



…dedos de conversa…

…e depois…

[tortuosa]mente



[...ah, verdadeiramente aquela
com que no túmulo do mundo
o morto sonho, como a estrela
que há-de surgir no céu profundo...]
fernando pessoa

…já vivi mil sóis embriagado de ti
…mas nunca te encontrei
…mulher

fruta…





…que se degusta em qualquer época

quantas…..





….contas tem um conto?

[conflituosa]mente





cerro a porta
aos fantoches que invadem o meu camarim,
antes de eu ser personagem.
Ei-los!...
são figuras de hipocrisia ás pancadas de Molière
em palcos de vida afastada.
curvam-se á plateia, em vénias venenosas.
abraços sem odor em sudorese gélida,
sorrisos de vã gloria num papel reencarnado.
Cravo-lhes a minha espada.
antes de eu ser personagem
Depois!?
Será tarde?
Não!...
Nunca serei como eles!...
ano 2010

por ai….




….também é caminho.

in[sã]na loucura





nas palavras por dizer
que me mordem os lábios
fica o silencio que protege
a tua in[sã]na loucura
hoje rabiscando letras no papel
embaça-me o olhar quando te imagino a pele
arrepio-me quando te adivinho o regresso
tenho palavras por dizer
que teimam em morder-me os lábios
E o corpo arde-me em rodopios de amanhecer.

quando…





…uma imagem, me diz mais que mil palavras

em des[espero]





vacilo nas teias
tecidas pelo luar,
que iluminam o teu corpo…
titubeante
me adentro,
com intensos desejos de me diluir em ti.

[dor] mências




Dói-me a voz
distante de ti!
As palavras fibrilam nos lábios
enlaçadas na voz tremula
que os meus olhos te murmuram
Dói-me o pensamento
quando os meus olhos distantes
te procuram em noites de ternura
Dói-me o arquejo do corpo
Numa carícia que desliza louca
num imaginario de ti
nas luas do amanhecer.
Dói-me um pensamento na boca
porque sei que não me ouves...

arranha-me….




….a visão, imagens sensuais, com cercaduras à sua volta.
aprisionam-lhes o detalhe….
coisas minhas!?…

chá





dizem que deve ser tomado desde, pequenino…;)
eu pessoalmente, também gosto de um bom whisky velho

gestos…





…no feminino

[nu] tempo





Poderás partilhar-te na vida,
com inúmeros corpos sedentos do teu,
com o prazer de quem degusta a mais excelsa refeição…
E o tempo passa……
e no final!?... Só fica o toque!...
Aquele indescritível toque,
que só, por ser um simples toque,
te fez sentir alguém...

[senti] mentos






quando...
...se é mais alma e menos corpo
interpretasse, para além das letras
e as palavras se tornam vazias
de, tanto se querer dizer...

gostos..




…..em preto e branco

se passasses á minha porta
da minha janela ouvirias,
um tímido assobio trolha
E Tu!...
para trás sorrias…

o[dores] de outono





Fazia anos que não me sentava naquele lugar.
Não porque o tivesse desprezado; mas porque era o lugar dos meus sonhos de jovem.
Ali ainda moravam todos os meus pedidos feitos ao futuro…
O manto de relva recém aparada, vislumbrava-se diante de meus olhos.
O seu odor intenso fez-me, filho da visão…
Limitavam o manto verde, aquelas que a cada semana abraço.
Hoje!...
mesmo despidas pelo tempo olhei-as mais frondosas do que nunca.
Sabem todos os meus segredos e anseios…
Olhei para cada uma daquelas árvores, e os raios de sol que hoje transportam o teu sorriso, deram-lhes mais vida…
Não sei se elas se riram para mim!
Ou se de mim se riram!...
E eu… todo eu ali dentro… onde os olhos e sentidos se abarcaram, falei para ti….
E disse-te!...
Antes de te querer…
Quero amar-te….
Depois te amarei mais em cada querer meu…
E elas!… as árvores, sorriram…

dizem…





....que é nos detalhes que mora o diabo, mas são eles que fazem a diferença

cruzei-me com ela





Esquálida…
Manipuladora de véus, e turbantes
no reino das Odaliscas e Aladinos….
Vive perfumada de desencantos…
Amarrotada da vida, espalha sorrisos esguios, entre olhares de tudo querer…
Sem roteiro certo ou imaginação latente, suga dos outros o seu modo de inspiração…
Cruzei-me com ela por várias vezes, senti-lhe o cheiro e a argucia no olhar…
E quando já não havia turbantes e os véus lhe caíram aos pés…
Mostrou-se….
Trazia ao peito um medalhão, onde se podia ler a palavra Inveja
ano 2010

pro[vocações]




gosto da subtileza do teus gestos quando me sugeres o inicio do caminho

[Subliminar]mente




Sente!...São  acordes do meu sentir
que palpitam no teu coração...
E eu senti!

[só]mente assim….





Acorda!!....gritei.
e o eco regressou embrulhado num silencioso pensamento de mim
para mim...
...talvez acordes…mas de uma subliminar melodia, que me chamou, a ti.
Acordei….
Nesta pauta, que ainda ninguém compôs..
Subi!.....
Bem ao cimo de mim….
Como se opiácea, fosse a essência do voo…
Ali…. onde o impossível…
Se fás eterno …
Olhei-te….
Olha-mo-nos…
E se fez luz em nós…
assim...somente, assim...

gosto [te]




….e prontos!

se [única]mente




se, ao raiar do dia
teus olhos adormecidos se abrissem
Iluminando os meus.
E meu sorriso levasse nos lábios molhados
sussurros de acordar,
no embalo melódico da chuva lá fora…
e a tua pele sedosa se unisse à minha, em abraço lento
E assim ficarmos unicamente…
vivendo o momento…
Ter-te ia encontrado...

momentuns





nas asas do teu delírio, se encontra o meu….
voo planado sob o verbo amar

pro [cura]





nas horas em que te procuro entre a lua e as estrelas
meus braços te envolvem o corpo,  os lábios murmuram palavras
por inventar que o teu corpo decifra, em cada gesto teu…
uma caricia molhada em gestos de seda
um gemido nosso em gritos de silencio…
um desejo sonhado, esperado…e adormecido pela madrugada
que fica quieto á espera que o amanhecer traga um sorriso teu…
e não mais te veja partir....

…sonhos





Se eu passar através de ti, porta de mil sonhos prometidos.
Onde moram todos aqueles que inventei?

gosto




Gosto de sol pela manhã
Do teu sorriso molhado
De ovos e bacon misturados
Da minha camisa em teu corpo vestida
Do teu olhar matreiro
E das caricias trocadas pelo dia inteiro.

[in]violável





Dissecaram-lhe o corpo…
Na louca procura da sua verdadeira essência.
Adoravam-na tanto… que a queriam ter unicamente para si
Ter, por ter…
Pegaram em bisturis, enferrujados, e com um toque arguto de cirurgião sem juramente a Apolo,
Dissecaram o homem! ….
Vilipendiaram a sua imagem, ao toque de uma música qualquer….
Talvez Paganini, fosse o eleito…
Mesmo que a melodia se altera-se a cada investida no corpo frágil….
E que os bisturis fossem polidos, para que a incisão se torna-se mais minuciosa,
depois do términos, desse esforço inglório,
Não lhe encontraram a essência….
Em tempos conheceram-na!…
Pouco lhe ligaram!…
E ela sempre esteve presente neste corpo….
Agora foge aos bisturis, tresloucados que o perseguem, á tempo… no tempo…
Tornou-se mais essência dentro dela, mesma…
É essência, que viaja em busca de outras essências, que como a sua se sublimam
Pelo gesto…
Pela palavra…
Pelo olhar….
Pelo sorriso
Pela dor partilhada
Pelo toque… mesmo que não materializado mas sentido…
Dissecaram-lhe o corpo…
Mas não lhe roubaram a essência…
Cansado como qualquer jornadeiro  da  vida, irá um dia partir, levando consigo,
tudo o que ainda não teve, mas que o fez feliz…..
E a sua essência… essa ficará para quem nunca lhe tocou, mas sempre a sentiu…
ano 2011

dói-me





quando… toda esta paixão que sinto
por um amor inventado, me visita…
dói-me!...

mãos….





nas minhas...
nas tuas mãos…
corre o desejo, por entre as linhas que redesenhamos.
Um toque...
um leve e suave toque que passeia em teu corpo
as minhas mãos.
são mensageiras, de te querer bem,
ávidas de ti.. as minhas mãos…
levam na ponta de cada dedo os segredos do meu corpo, em ansias pelo teu…
colado a ti pelas minhas e tuas mãos, os dois num só…
fundi-mo-nos em profundo êxtase… materializando o sonho, o desejo.
e nas minhas mãos viajaram as tuas…
pela vida, pelas ruas…
pois a minhas mãos serão tuas

insónia





sonho-te,  nas noites em que não durmo
os minutos, passam como se fossem horas adormecidas nesta insónia de desejo.
o corpo transpira intenções de amor insano… profano…
que se diluem na intensidade de um sublime toque.
quando adormeço, levo nos lábios
o sabor do teu corpo que desconheço..

névoas de agonia





Um trote no peito,
que me sangra a alma,
neste mordaz sentimento.
Percorro vielas
nebulosa é a noite
em névoas de agonia por ti clamo
Vibro de paixão
em traição vestido
e pergunto ás estrelas
qual o teu caminho?
Ninguém te conhece, tão pouco te viu.
Só eu te quero ter
Neste meu desvario…

assim em ti…




Este calor que me invade o peito
E em sussurro me diz quando me pensas
Esta chama latente em mim,
que se ergue aos acordes  da tua voz
crepita na sonoridade do teu sorriso
E na suavidade do teu acordar se ilumina.

Desejo os teus afectos interlaçados nos meus
Os meus carinhos plantados em ti…
Ver o mundo pelos teus olhos…
E os meus sorrirem para ti…
Assim em ti...
me sentirei eu…

peso do vazio…




Depois de mim, eu!...
Incompleto de mim
entre teias insanas tecidas ao acaso
nos fragmentos vazios de memórias pungentes
Nas horas onde o silêncio ecoa
Sedas tecidas de suposições
Vedam-me os olhos
E aprisionam-me o peito
E neste arquejo de dor que me habita
Gela-se a pele, fragmenta-se a boca ressequida…
Paga-se o preço de ter querido ir mais além
e ficar aqui amarrado ao peso do vazio
Que faz de mim, ninguém…

entrega




A noite beija-me os lábios…
a madrugada traz os teus lábios molhados
predadores dos meus
Vagueias no meu corpo pelo prazer de o descobrir.
Entrego-me!…
Com a mesma intensidade com que o desejo te chamou…
E moro escaldante em ti, até o dia amanhecer…

morte anunciada




no obscuro desejo,
d'alma em silencio
pulsando arritmias de ti
meu corpo estremece..
não quero mais sentir o teu aconchegar de lençóis
e o teu olhar se abrindo ao meu no acordar.
Hoje assassinei-te dentro de mim!...
Impetuosa, manipuladora…
com ar deslavado, e sodurese  agonizante..
rasgas-me as veias, quando te passeias em mim…
hoje quando o relógio batia horas de madrugar
assassinei-te dentro de mim…
E os matutinos dirão que a angústia foi encontrada morta…

essência




hoje inundei de lágrimas,
os meus olhos que de água já á muito vivem…
se um dia os teus sonhos te guiarem a este frágil corpo
e sorveres da minha pele a essência que o anima…
encontrarás nele o que eu procuro em ti…

na tua pele




[….na tua pele toda a terra treme
alguém fala com Deus
alguém flutua há um corpo a navegar
e um anjo ao leme.
……contigo o mar ondula e o vento geme
há um espírito a nascer de seres tão nua.…]
manuel alegre

rasgamos o silêncio





O crepúsculo desce
na suavidade de um colorido vertiginoso
perante o meu sedento olhar!
O horizonte absorve
a chama translúcida das noites de luar
Nas névoas que abrigam o céu
onde os corpos se despem
as emoções caem límpidas.
As veias latejam nas alvoradas de uma madrugada
abrigada nos beijos ferventes dos teus lábios.
Rasgamos  o silêncio em gemidos de volúpia
selam-se os corpos mergulhados em suor
e no profundo de ti me encontro.
Depois.... são os olhares que sorriem em silencio.
e pernoitam no aconchego dos corpos
que se embalam ao encontro de um novo amanhecer...

corpo fogo




Nas orbitas dos teus olhos
deixo o fogo escondido dos meus
e acendo o teu olhar... pavio
com as fagulhas rubras
do meu corpo fogo
em combustões lentas
incendeio-me entre as tuas coxas
esquecido de mim...

noites longas…





Aquela noite foi longa…
tão longa, que se fez dia
e continuava a ser noite em mim
mordiam-me a alma os pensamentos
e contorcido de desejos por ti….
ou talvez por mim… por me querer tanto dentro de ti!…
as frases em mil sóis embriagados, teimaram em não escorrer para a ponta dos dedos…
Ébrio do teu odor inventado, rasguei-me ao vento, e ao orvalho da manhã….
Imóvel, mas viajante neste coração pulsante…
só a música falou por mim…

marés de esperança





Sempre que te sonho os passos.
E o aroma do teu corpo inventado
marés de esperança tomam as minhas veias.
louca, esta espera de uma ondina inventada que me alimenta a alma…

fragmentos de ti





Há no meu peito fragmentos de ti, que a noite agrega, e faz-te inteira em mim.

momentuns




Porque morreu um POETA... fez-se LUZ


Conflitos? 
Certezas!....
Hummmmm…
Mais conflitos que certezas…
Penso eu!...
…nesta luta amena, que faz de um ser humano  gladia[dor] da vida….
E…. tantos/as que, como eu, assim se sentem!
Baralham-se as cartas……
E ao parti-las…..
Todos/as….
Vamos a jogo….
Num jogo, perdido…
Ou na esperança de um jogo vencido….
Conflitos!....
Meus!?…
muito meus…quem sabe talvez teus?... mas, não deixam de ser, ou teus ou meus….
Todos nós passamos por fases conflituosas….
Lutas entres o sublime da alma, o tremor do corpo…a tesão que se ergue das profundezas do ser, e te faz sentir “aquela” força….poderosa…
Ergue-se ao mais alto valor sublimado do Ser 
O rio da sua fonte de vida é suor que nos brota da pele e nos escorre pelo corpo em murmúrios órfãos do provir…. 
Hoje!…..

Não porque morreu ontem…..
Entre
Conflitos? 
Certezas!....
Deixo-vos a cores…
Palavras escritas a preto e branco….
DO POETA…
muito acima  dele/de mim/ e provavelmente de ti…


“Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração”
António Ramos Rosa,
in "Viagem Através de uma Nebulosa"

Tudo tem uma pausa





Tudo tem uma pausa…..mas os sentimos, não têm fim..
Podem entrar num estado de quase morte/letárgica, mas morte nunca
Opusdesiderium é!…. “A causa de um desejo”…….
sem ser A causa !
mas sim filho do mesmo….
E pausa é, o que me requer todos os meus registos de emoções…
Sei que irei ser emotivo num outro qualquer nick….
Porque essas, as emoções são o que me fazem sentir “A causa” a minha Causa…
Opusdesiderium irá fazer uma PAUSA…..
Venerando o tempo, como ele deve de ser venerado
O tempo tem sempre o tempo certo,
Faz parte fazer de cada um/a o seu tempo…
Continuidade, fim ou PAUSA…. São coisas do tempo, de todos nós….
EU PAUSO… com Opus….
A todos/as que me seguiram, e com eles interagi, só
posso a agradecer a Deus ou ao Diabo pouco importa,
mas tenho que vos agradecer pois fizeram-me um homem diferente, não melhor, nem pior, mas diferente e isso eu só posso agradecer…
.muitos de vós li e nem comentei [ tenho que me penitenciar pois nem que fosse um olá todos vós os mereceriam – mas eu nem esse simples gesto fui capaz, mesmo quando admirava a vossa escrita/em todas as vertentes]  acrescentaram-me muito mais, do que aquilo que eu era até então…
Um Obrigado a todos….
Parte do tempo do  Opus  cumpriu-se….
OPUS – A causa. A única e Verdadeira….
Irá aparecer com um ou outro nick, que a todos aqueles/as  com quem eu privei em via mail, e nada mais que simples mails, mas verdadeiros, saberão onde me encontro….
Não que me sinta assim tão importante” , mas por uma questão de respeito, que eu imagino , que ainda existe na virtualidade e  que todos vós me fizeram cativos das vossas sentidas letras
Na gira brasileira e escrito pelo grande Jorge Amado
Mundiniho e Gabriela….. Provavelmente encenaram  muitos  encantos ……ohhhhhh como se encenaram….
Mas existe uma Gabriela que o Opus transportará sempre no coração…. Especialmente que por não o sendo, o era/é!.......[ na maior amplitude que um coração se pode expandir]
Depois de tudo isto escrito….apetece-me dizer…. FODA-SE o destino que dite o resto…


UM ABRAÇO FREVEROSO A TODO/AS
OS QUE AQUI PASSARAM COM IDEIAS MULTIPLAS….
O AMOR QUANDO SE QUER!?  TUDO PODE
E SÓ SE ENGRANDECE NAS DIFICULDADES
“AMO-VOS”

continuarei a seguir e a comentar,
todos os que me empolgarem no que o meus olhos lerem, e a minha alma sentir....
com todos/as aqueles com que mais afiniso...
um bem haja a todos/as