Mostrar mensagens com a etiqueta António Ramos Rosa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta António Ramos Rosa. Mostrar todas as mensagens

momentuns




Porque morreu um POETA... fez-se LUZ


Conflitos? 
Certezas!....
Hummmmm…
Mais conflitos que certezas…
Penso eu!...
…nesta luta amena, que faz de um ser humano  gladia[dor] da vida….
E…. tantos/as que, como eu, assim se sentem!
Baralham-se as cartas……
E ao parti-las…..
Todos/as….
Vamos a jogo….
Num jogo, perdido…
Ou na esperança de um jogo vencido….
Conflitos!....
Meus!?…
muito meus…quem sabe talvez teus?... mas, não deixam de ser, ou teus ou meus….
Todos nós passamos por fases conflituosas….
Lutas entres o sublime da alma, o tremor do corpo…a tesão que se ergue das profundezas do ser, e te faz sentir “aquela” força….poderosa…
Ergue-se ao mais alto valor sublimado do Ser 
O rio da sua fonte de vida é suor que nos brota da pele e nos escorre pelo corpo em murmúrios órfãos do provir…. 
Hoje!…..

Não porque morreu ontem…..
Entre
Conflitos? 
Certezas!....
Deixo-vos a cores…
Palavras escritas a preto e branco….
DO POETA…
muito acima  dele/de mim/ e provavelmente de ti…


“Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas
Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio
Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o meu amor
nem o meu grito de libertação
Não posso adiar o coração”
António Ramos Rosa,
in "Viagem Através de uma Nebulosa"