peso do vazio…
momentuns opus

Depois de mim, eu!...
Incompleto de mim
entre teias insanas tecidas ao acaso
nos fragmentos vazios de memórias pungentes
Nas horas onde o silêncio ecoa
Sedas tecidas de suposições
Vedam-me os olhos
E aprisionam-me o peito
E neste arquejo de dor que me habita
Gela-se a pele, fragmenta-se a boca ressequida…
Paga-se o preço de ter querido ir mais além
e ficar aqui amarrado ao peso do vazio
Que faz de mim, ninguém…