morte anunciada




no obscuro desejo,
d'alma em silencio
pulsando arritmias de ti
meu corpo estremece..
não quero mais sentir o teu aconchegar de lençóis
e o teu olhar se abrindo ao meu no acordar.
Hoje assassinei-te dentro de mim!...
Impetuosa, manipuladora…
com ar deslavado, e sodurese  agonizante..
rasgas-me as veias, quando te passeias em mim…
hoje quando o relógio batia horas de madrugar
assassinei-te dentro de mim…
E os matutinos dirão que a angústia foi encontrada morta…